by stuckin-reverse e sixthell
"Se havia uma coisa que ela estava aprendendo com tudo isso era a facilidade com que é possível perder tudo aquilo que se pensa que será para sempre."
~ Cidade dos ossos (via soupoetico)





"É por trás desse muro eu sei que eu estou segura, eu não me importo, nem choro, não me vejo fazendo aquelas coisas idiotas que pessoas apaixonadas fazem. Por trás desse muro eu sei que por mais que eu esteja só eu estou consciente."
~ O inferno tem seus vários lados (via edv-diary)

"Eu costumava desabafar com algumas pessoas quando ficava triste. Mas hoje eu prefiro pegar um fone, colocar uma boa música e escutar, ou melhor, deixar elas me escutando."
~ Marcos Filipe.  (via 10reais)

"A carne cobre os ossos e colocam uma mente ali dentro e algumas vezes uma alma. E as mulheres quebram vasos contra as paredes e os homens bebem demais e ninguém encontra o par ideal mas seguem na procura rastejando para dentro e para fora dos leitos. A carne cobre os ossos e a carne busca muito mais do que mera carne. De fato, não há qualquer chance: estamos todos presos a um destino singular. Ninguém nunca encontra o par ideal. As lixeiras da cidade se completam, os ferros-velhos se completam, os hospícios se completam, as sepulturas se completam, nada mais se completa."
~ Bukowski.    (via oxigenio-dapalavra)


"As coisas são como são, ou como nós vemos? Quando não queremos ver a realidade, nós preferimos ver o que vemos, com unhas e dentes para defender uma falsa visão, uma perspectiva que apaga os erros. Somos prisioneiros de um único ponto de vista. O olhar que importa é o nosso, o que os outros veem é irrelevante, são apenas pontos de vista. O que não entendemos é que desta forma perdemos a profundidade e o mundo se planifica. A visão cerceada aos nossos caprichos desconfigura a possibilidade da descoberta, do instinto, do risco. O próximo passo pode parecer mais seguro, mas se torna medíocre tendo em vista que se precipita para dentro de si. É preciso desapegar. Desapegar feito o vento que esbarra e se solta das águas desenhando a grande onda que se espatifa a beira mar. Eu aprendi a ser livre, livre de mim mesmo, de todos esses preceitos e suposições. Eu descobri que eles não passam de medos mesquinhos e covardes. Já basta. Não serei mais o próprio espelho da minha alma. Desafio-me, desconcentro-me, devoro-me e me cuspo. Aprendi que o resultado é sempre surpreendente. A imagem, que parecia distorcida, só é assim vista de longe, quando você se aproxima descobre que é repleta de nuances e detalhes, rica por essência e espirito. Agora engulo o mundo e cresço a velocidade da luz. Decifro-me e ao mesmo tempo devoro-me e a cada segundo desperto inúmeras possibilidades, descubro o infinito dentro de mim."
~ Serdebarro & Elisa Barllett.  (via oxigenio-dapalavra)